Pensamentos históricos e (in)úteis.



Wow!

É assim que eu fico quando vou estudar a história de qualquer coisa que aconteceu neste planeta.

Os fatos talvez não sejam fatos de verdade.

Talvez suposições, talvez mentiras, talvez erros (como daqueles da brincadeira telefone sem fio), talvez má análise ou perda de informações _ fora as lacunas.

Eu devia simplesmente confiar na primeira fonte wikipédica que vejo pela frente e reproduzir.

Mas cá entre nós, reproduzir é um gesto um tanto papagáico _ eu inventei esta palavra agora. Não gosto da reprodução, gosto da investigação, da análise... gosto de ficar maluco, só se for!

A internet é um acervo em tanto, você pode se perder de todos os lados em todos os links possíveis além dos absurdos.

Tem uma trilogia de livros na minha frente que falam sobre a história do século XX, eles têm aproximadamente 500 páginas, cada. Ou seja, 1500 páginas apenas de um século! Isso sem contar aquilo que certamente está faltando!

Um dos meus sonhos de profissão é trabalhar com história (filosofia e jornalismo também).
Mas, contudo, porém, todavia, história do quê?

Idade do bronze? Idade Média? Século V ? História do Suriname ou do estado do Acre?

Partindo da premissa que conhecer o passado é essencial para construirmos o futuro, o que vejo é um abismo entre tudo aquilo que queremos saber, devíamos saber, mas não podemos saber. 

Por quê?

Ora, não cabe nas nossas cabeças!

Isto é motivo de depressão?

Sim, com certeza é.

Mas adianta vivermos assim? 

Também não adianta!

Eu tenho comigo que a vida é uma só, então aproveitá-la é obrigatório e deve ser sempre a ordem do dia.

Então qual a história da história que vou contar?

Sim, a história da história... ou você acha que alguém de fato sabe a história toda?

Nem de longe leitor, nem de longe!

Qual a história... este é um drama. Diante de mim livros de mitologia, de evolução; filósofos como Nietzsche, Cícero; escritores como Edgar Alan Poe, Franz Kafka e Mark Twain; jornalista como Christopher Hitchens e nenhuma grande ideia vem à cabeça. 

Já tive grandes ideias que não passaram de ideias mortas...

Sou um completo frustrado, não sinto que faço aquilo que eu poderia fazer com as palavras.

Droga, depressão de novo.

Hey neura Maldita, vá embora!

A guerra com um papel ou arquivo Word em branco é terrível. É mais fácil sentar-se na privada e preencher de tinta marrom outro tipo de papel.

Mas eu vou vencer esta guerra um dia, eu tenho que vencer!

E vai a noite de mais um dia...

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